
Quem é você
que não mais vem
em seu cavalo branco,
acalmar meu pranto,
e me tecer de novo
o mais belo canto
já ouvido nesses jardins?
Quem são esses soldados
(agora bem armados)
que não mais se alinham
ou sequer replicam por mim?
Nossos cetros enegreceram.
Suas flores-de-lis padeceram
na água turva
sob os meus pés.
Foi depois daquela chuva
que lhe tirou o viço,
e, feito um mal feitiço,
tornou-te quem tu és.